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Instituto Monitor se une a Associação de Moradores para melhorias no bairro

Ao lado de Marina Ueno, diretor de Marketing do Instituto Monitor Marcos Palhares: unidos por um bairro melhor
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Região laboriosa e pujante. É assim que a simpática senhora Atsuko Ueno, conhecida pelos moradores locais como Marina do Brás, descreve os arredores. Mas ela própria reconhece que os tempos gloriosos do bairro histórico foram esquecidos. Por isso, aos 74 anos, Marina se engaja na luta para trazer melhorias à região. Luta que já dura mais de 10 anos, segundo ela mesma.

Para conseguir resultados, Marina se tornou líder da Associação de Moradores do Brás. Desde então, conta com a ajuda do Instituto Monitor, representado pelo diretor de Marketing da instituição, Marcos Palhares, também líder comunitário.

A intenção de ambos é tornar o Brás um bairro mais bonito, com calçadas mais amplas e com guias para acessibilidade, com lixeiras a cada 15 metros, com o plantio de árvores nativas e floridas, com a instalação de um posto de segurança, com melhorias na iluminação das ruas e na administração mais ativa no parque D.Pedro.  O objetivo é valorizar o bairro e trazer condições de convivência saudáveis. Cabe ainda a instalação de um Distrito Policial no bairro do Brás, que hoje depende do distrito do Pari. Atualmente, comparece em determinados horários uma base comunitária móvel embaixo do viaduto 25 de março, mas isto ainda não é o suficiente- diz Marcos Palhares, preocupado com o aumento da violência na cidade. Este trabalho deve ser complementado com a presença de assistentes sociais para atendimento a dependentes químicos e mendigos, para que seja eficiente.

Das reivindicações indicadas acima, muitas já tramitam há treze anos na Secretaria da Cidade, Subprefeituras da Mooca e da Sé (das quais o bairro do Brás faz parte), entre outros órgãos responsáveis. Segundo Marina, algumas já foram atendidas, porém “quem mais nos atende é a subprefeitura da Mooca e alguns vereadores, como o Comandante Álvaro Batista Camilo. Os demais órgãos quase nada fazem”.

O Instituto Monitor, na qualidade de instituição séria, com a missão de educar e formar cidadãos, entende que sua ajuda e influência é fundamental para obter sucesso nessas melhorias para a cidade. Por isso, desde 2007, o Instituto Monitor se uniu à comunidade para levantar esta bandeira.

Marina, que também já foi aluna do Instituto Monitor, acha muito importante o interesse e a participação da escola nesta luta.  Apontando o dedo indicador ela comenta: “Eu tenho que ser esperta. As empresas representam investimento na cidade e no bairro. Desde que o Monitor veio para cá, o bairro melhorou muito e cinco prédios residenciais começaram a ser construídos. O Monitor valorizou o bairro. Com mais gente, fica mais fácil reclamar e pedir, eles (prefeitura e subprefeitura) terão que fazer alguma coisa!”, finaliza.
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